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Eco Bras (SS-Adm) – AVISO – Datas 3a prova e Sub

Caros e caras,

conforme combinado hoje em sala de aula, a data da terceira prova ficou marcada para o dia 26/ago, uma segunda-feira. A prova substitutiva, por sua vez, ficou marcada para o dia 30/ago, uma sexta-feira.

A bibliografia indicada para esta última parte do curso é:
Gremaud, Amaury Patrick; Vasconcellos, Marco Antonio Sandoval de; Toneto Jr., Rudinei. Economia brasileira contemporânea. 7. ed., São Paulo: Atlas, 2012.
. cap. 17 (itens 17.1 e 17.1.1), p. 415-431
. cap. 18, p. 447-507

Abs,

Gustavo.

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Eco Bras (SS-Adm) – Laboratório Brasil (documentário TV Câmara)

Este é o documentário de que falei pra vocês na aula de hoje. Recomendo fortemente, sobretudo pr’aqueles de vocês que não viveram esse período da alta inflação brasileira (i.e. a grande maioria de vocês!).

https://www.youtube.com/watch?v=3LHH7nigO6A

“O documentário Laboratório Brasil aborda um tema desconhecido pela nova geração de brasileiros: como é viver com inflação e a complicada série de tentativas de acabar com ela nas décadas de 80 e 90.
A produção da TV Câmara (2007), dirigida por Roberto Stefanelli, ouviu pessoas que tiveram papel de destaque no cenário da hiperinflação, que chegou a mais de 80% ao mês no final do governo de José Sarney, além de observadores privilegiados daquela situação. Gente como Bresser Pereira, Gustavo Franco, Fernando Henrique Cardoso, Antonio Pallocci, Carlos Alberto Sardenberg, Paulo Nogueira Baptista, Fernando de Holanda Barbosa, Bernard Appy, Vicentinho e Pedro Malan. O documentário mostra ainda cartuns de Chico Caruso e pronunciamentos feitos na época por José Sarney, Fernando Collor, Zélia Cardoso e Maílson da Nóbrega, entre outros.
Laboratório Brasil tem duração de 58 minutos e analisa os acontecimentos econômicos dos anos 1980, principalmente as medidas que resultaram na adoção de uma nova moeda, o cruzado, em 1986, quando o governo Sarney decretou também o congelamento de preços e salários. “Era o primeiro governo civil depois da longa ditadura militar. Os brasileiros imaginavam que iríamos festejar dias melhores. Como vemos hoje, havia uma longa e tortuosa estrada pela frente, com inflação galopante e moedas como cruzeiro, cruzado, cruzado novo, cruzeiro novo, cruzeiro (de novo), URV e Real”, afirma Steffanelli.
Neste período, lembra o jornalista e cineasta, o Brasil bateu todos os recordes de inflação em todo o mundo, superando até mesmo a Alemanha, que passou por duas guerras mundiais. O documentário mostra a situação dos brasileiros que eram obrigados a sair correndo para o supermercado momentos depois de receber o salário, numa luta contra a remarcação imediata dos preços.
Stefanelli aponta o caráter instrutivo da produção. “Se não conhecemos bem a nossa história, corremos o risco de repetir erros. Hoje, os governantes têm medo de estourar os gastos públicos e provocar a volta da inflação”, conclui. Roberto Stefanelli já dirigiu cinco documentários e ganhou, em 2004, o prêmio jornalístico Wladimir Herzog de Direitos Humanos, concedido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo, com o documentário Florestan Fernandes, o Mestre, que teve a direção de edição feita por Joelson Maia.”

Eco Bras (SS-Adm) – Jango

Um documentário sobre Jango (Silvio Tendler, 1984):

https://www.youtube.com/watch?v=21Ey31SzXFY&list=PLAA63DF203440BF91

“O filme refaz a trajetória política de João Goulart, o 24° presidente brasileiro, que foi deposto por um golpe militar nas primeiras horas de 1º de abril de 1964. Goulart era popularmente chamado de “Jango”, daí o título do filme, lançado exatos vinte anos após o golpe. A reconstituição da trajetória de Goulart é feita através da utilização de imagens de arquivo e de entrevistas com importantes personalidades políticas como Afonso Arinos, Leonel Brizola, Celso Furtado, Frei Betto e Magalhães Pinto, entre outros. O sugestivo slogan do filme foi “Como, quando e por que se derruba um presidente”.
O documentário captura a efervescência da política brasileira durante a década de 1960 sob o contexto histórico da Guerra Fria. Jango narra exaustivamente os detalhes do golpe e se estende até os movimentos de resistências à ditadura, terminando com a morte do presidente no exílio e imagens de seu funeral, cuja divulgação foi censurada pelo regime militar.”

Eco Bras (SS-Adm) – Renúncia de Jânio Quadros

Um programa da TV Brasil sobre a renúncia do Jânio:

http://www.youtube.com/watch?v=CSLbpQ_Q_AA

http://www.youtube.com/watch?v=zEuhkAfuhL4

“Jânio Quadros foi o último presidente eleito antes do regime militar de 1964. Ele governou o país durante sete meses, de 31 de janeiro de 1961 a 25 de agosto de 1961, data em que renunciou. Jânio Quadros teve uma carreira meteórica. Começou aos 30 anos de idade, em 1947, quando se elegeu suplente de vereador por São Paulo. Chegou à presidência da República em 1960, respaldado por quase sete milhões de votos, sem nunca ter perdido uma única eleição . Um fenômeno surpreendente, sem paralelos em nossa história. Assim como subiu, Jânio também teve uma queda vertiginosa. Renunciou sete meses depois de empossado, frustrando a nação e surpreendendo os oposicionistas. Justificou-se dizendo sofrer pressões de “forças terríveis”. Mas nunca realmente explicou que forças eram essas.”