Eco Bras II – Programa da Disciplina

ECO–036 – Economia Brasileira Contemporânea II

2⁰ Semestre 2019

Prof. Gustavo Barros

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Objetivos do curso

Este curso visa oferecer uma visão geral da história econômica do Brasil desde a crise da dívida externa, no início da década de 1980, até o período recente. Na esteira da crise da dívida, a economia brasileira foi levada a um processo de desaceleração e de fortes desequilíbrios – incluindo tanto uma deterioração fiscal quanto, sobretudo, um agudo processo inflacionário – resultando na chamada “década perdida”. O país respondeu a essa crise através da realização de um expressivo conjunto de reformas, concentradas ao longo da década de 1990, dentre as quais se destacam a estabilização monetária, a abertura comercial e financeira e as privatizações. Esse esforço reformista levou a importantes transformações na economia brasileira, tanto do ponto de vista do seu funcionamento interno quanto de suas relações com o exterior. Através dessa mudança de modelo de desenvolvimento, a economia brasileira pôde reduzir as distorções econômicas mas, por outro lado, não tem conseguido retomar o ritmo de crescimento que caracterizou o modelo anterior.

Em paralelo a esse processo de transformação da economia brasileira, observamos no período importantes mudanças na economia mundial e, portanto, no ambiente no qual a economia brasileira se insere. Destas amplas transformações destacam-se o processo de globalização, em suas dimensões comercial, produtiva e financeira, e a ascensão da China no cenário internacional.

O curso está estruturado em quatro partes. As três primeiras organizadas de maneira mais cronológica, enquanto a última adota uma abordagem temática. O eixo central do curso está no estudo do conjunto de reformas realizado ao longo do período – a crise como seu antecedente e uma de suas grandes motivações – e na caracterização da economia brasileira que emerge após esse esforço reformista. O curso procura também elaborar tanto a diversidade de interpretações e abordagens sobre o período quanto as diversas dimensões desse processo histórico de transformação. Nesse sentido, de forma articulada a esse eixo central, elaboraremos ao longo do curso temas e questões como: a condução da política econômica, a situação das contas externas, o pensamento econômico, as dimensões política e social do processo, o cenário internacional entre outros. Entre os temas contemporâneos de que trataremos estão a inserção internacional da economia brasileira, a indústria e a política industrial e, por fim, a questão da desigualdade e das políticas sociais.

Leituras e acompanhamento do curso

O curso baseia-se na combinação de aulas expositivas, discussão em sala de aula e leitura da bibliografia indicada. As atividades em sala de aula e a leitura dos textos são estritamente complementares, e devem ser desenvolvidas paralelamente pelo(a) aluno(a). Sem a leitura da bibliografia indicada, a compreensão adequada das aulas expositivas e a participação em sala de aula ficam prejudicadas. Por outro lado, o objetivo das aulas expositivas é justamente mapear os aspectos principais da bibliografia em discussão, facilitando assim a adequada compreensão dos textos. A leitura da bibliografia indicada, portanto, deve ser feita ao longo do curso e em paralelo com as aulas correspondentes, e não “em bloco” na iminência das provas.

A bibliografia específica de cada item do programa está indicada abaixo. As referências completas estão disponíveis na Bibliografia ao final do programa. Os itens anotados com asterisco são considerados bibliografia mínima para o acompanhamento das aulas. Porém, toda a bibliografia listada é recomendada.

Programa

Parte I –
A crise dos anos 1980

1 –
Antecedentes da crise

  • Saes e Saes, História econômica geral, cap. 18 e cap. 19, item 1, pp. 455–480. *
  • Cruz, “Notas sobre o endividamento externo brasileiro nos anos setenta”.
  • Carneiro, “Crise e esperança: 1974–1980”.
2 –
Política de ajustamento

  • Carneiro e Modiano, “Ajuste externo e desequilíbrio interno: 1980–1984”. *
  • Cruz, “O endividamento externo e as políticas governamentais”, pp. 69–92. *
  • Castro, “Ajustamento X Transformação”, item 3, pp. 48–72.
  • Tavares e Assis, “A Reversão da magia”.
Parte II –
Inflação e planos de estabilização

3 –
Caracterização do processo inflacionário

4 –
Planos de estabilização

4.1 –
Plano Cruzado

4.2 –
Planos Bresser e Verão

4.3 –
Plano Collor

4.4 –
Plano Real

Parte III –
A década das reformas e o período recente

5 –
Críticas à industrialização por substituição de importações

6 –
Neoliberalismo e Consenso de Washington

  • Fiori, “Consenso de Washington”. *
  • Fiori, “Os moedeiros falsos”.
7 –
Privatização

8 –
Abertura comercial e financeira, reestruturação industrial

9 –
O governo FHC

  • Giambiagi, “Estabilização, reformas e desequilíbrios macroeconômicos”. *
  • Werneck, “Consolidação da estabilização e reconstrução institucional, 1995–2002”. *
10 –
O governo Lula

Parte IV –
Questões contemporâneas

11 –
Inserção internacional

12 –
Indústria, política industrial

13 –
Desigualdade, pobreza e políticas sociais

Avaliação e presença

A avaliação constará de duas provas em sala de aula e da realização de seis verificações de leitura na plataforma de educação à distância da UFJF (Moodle). A primeira prova terá peso de 30% e a segunda prova de 40%. A média aritmética do conjunto das verificações de leitura comporá os 30% restantes da nota final. Haverá uma prova de segunda chamada ao final do curso apenas para os(as) alunos(as) que efetivamente tenham perdido alguma das provas, nos termos e prazos do Regulamento Acadêmico da Graduação,
mediante requerimento devidamente justificado.

Cada um dos horários de aula terá controle de presença independente. Porém, o conferimento de frequência pressupõe a presença contínua do(a) aluno(a) em sala do início até o final do horário. Vale dizer, para cada um dos horários, não será atribuída “meia presença”. O abono de faltas se dá apenas nos termos do Regulamento Acadêmico da Graduação e deve ser solicitado diretamente à coordenação de curso.

Os textos que serão objeto de verificação de leitura, com as respectivas datas de encerramento de prazo, são os seguintes (para a referência completa, veja a Bibliografia):

  • Verificação de leitura 1, até 28/ago: Simonsen, “A inflação brasileira”.
  • Verificação de leitura 2, até 04/set: Modiano, “A ópera dos três Cruzados, 1985–1990”, itens 1 a 5, pp. 281–297.
  • Verificação de leitura 3, até 18/set: Batista, “O Plano Real à luz da experiência mexicana e argentina”.
  • Verificação de leitura 4, até 09/out: Fiori, “Consenso de Washington”.
  • Verificação de leitura 5, até 23/out: Giambiagi, “Estabilização, reformas e desequilíbrios macroeconômicos”.
  • Verificação de leitura 6, até 06/nov: Anderson, “O Brasil de Lula”.

Observações:

  • As verificações de leitura serão feitas na plataforma de educação à distância da UFJF (Moodle), cujo acesso se dá através da página https://ead.ufjf.br/ com o seu número de matrícula e a sua senha do Siga.
  • Cada verificação de leitura é composta de 20 questões V/F e tem duração de até 2 horas corridas. A consulta ao texto é permitida e até mesmo estimulada. Mas o estudo prévio do texto é necessário, mesmo que você precise retornar a ele durante a realização da avaliação.
  • As datas acima são os prazos de encerramento de cada uma das verificações de leitura, cheque as datas e horários exatos na plataforma.
  • Estas avaliações têm o propósito de ser o que o nome diz: uma verificação de leitura, vale dizer, o que ela procura avaliar é a sua leitura e compreensão do conteúdo do texto indicado. Portanto, se um determinado item é “verdadeiro” ou “falso” deve ser decidido por você pelo critério do que o texto indicado afirma, ou não afirma. E não de um ponto de vista mais geral, ou na opinião de um outro autor ou pessoa qualquer.
  • Você tem apenas uma tentativa para a realização da verificação de leitura. Uma vez iniciada, você terá até duas horas corridas para realizá-la (mesmo que haja algum tipo de interrupção do sistema é possível retornar durante esse período). Durante a duração da avaliação, você poderá retornar e revisar as suas respostas. Mas uma vez submetida a avaliação ao sistema, ou encerrado o tempo disponível, as respostas não poderão mais ser alteradas.

Site

Eu usarei o meu site (https://gustavo.barros.nom.br/) para me comunicar com vocês. Este será o nosso canal de comunicação para todas as necessidades além da aula. De forma que você deve acompanhar os posts e avisos que eu farei lá.

Além dos posts e avisos, vocês encontram na página da disciplina (https://gustavo.barros.nom.br/disciplinas/2019-2o-economia-brasileira-ii/) uma série de materiais complementares (vídeos, documentários etc) que trata de assuntos correlatos aos que discutiremos ao longo do curso e pode ser do interesse de vocês.

Bibliografia

 

“A Crise do Plano Cruzado”. Revista de Economia Política, v. 7, n. 2 (abr.–jun. de 1987), pp. 131–149.

Abreu, Marcelo de Paiva e Rogério L. F. Werneck. “Estabilização, abertura e privatização, 1990–1994”. Em: A Ordem do progresso. Dois séculos de política econômica no Brasil. Org. por Marcelo de Paiva Abreu. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. Cap. 15, pp. 313–330.

Almeida, Mansueto. “Desafios da real política industrial brasileira do século XXI”. Texto para discussão IPEA, n. 1452. Brasília, dez. de 2009.

Anderson, Perry. “O Brasil de Lula”. Novos Estudos – CEBRAP, n. 91 (nov. de 2011), pp. 23–52.

“Artigos na imprensa sobre o Plano Cruzado”. Revista de Economia Política, v. 6, n. 3 (jul.–set. de 1986), pp. 121–151.

Averburg, André. “Abertura e integração comercial brasileira na década de 90”. Em: A Economia brasileira nos anos 1990. Org. por Fábio Giambiagi e Maurício Mesquita Moreira. Rio de Janeiro: BNDES, 1999, pp. 43–81.

Baer, Werner. “A mudança do papel do setor público brasileiro e o impacto da privatização”. Em: A Economia brasileira. 3ª ed. rev., ampl. e atual. São Paulo: Nobel, 2009. Cap. 13, pp. 305–333.

Batista Jr., Paulo Nogueira. “O Plano Real à luz da experiência mexicana e argentina”. Estudos Avançados, v. 10, n. 28 (1996), pp. 127–197.

Bonelli, Regis e Samuel de Abreu Pessôa. “Desindustrialização no Brasil. Um resumo da evidência”. Texto para discussão n⁰ 7, FGV–IBRE. Mar. de 2010.

Bresser-Pereira, Luiz Carlos. “Os dois congelamentos de preços no Brasil”. Revista de Economia Política, v. 8, n. 4 (out.–dez. de 1988), pp. 48–65.

Bresser-Pereira, Luiz Carlos e Yoshiaki Nakano. “Fatores aceleradores, mantenedores e sancionadores da inflação”. Revista de Economia Política, v. 4, n. 1 (jan.–mar. de 1984), pp. 5–21.

Bresser-Pereira, Luiz Carlos e Yoshiaki Nakano. “Hiperinflação e estabilização no Brasil. O primeiro Plano Collor”. Revista de Economia Política, v. 11, n. 4 (out.–dez. de 1991), pp. 89–113.

Carneiro, Dionísio Dias. “Crise e esperança: 1974–1980”. Em: A Ordem do progresso. Cem anos de política econômica republicana, 1889–1989. Org. por Marcelo de Paiva Abreu. Rio de Janeiro: Campus, 1990. Cap. 11, pp. 295–322.

Carneiro, Dionísio Dias e Eduardo Modiano. “Ajuste externo e desequilíbrio interno: 1980–1984”. Em: A Ordem do progresso. Cem anos de política econômica republicana, 1889–1989. Org. por Marcelo de Paiva Abreu. Rio de Janeiro: Campus, 1990. Cap. 12, pp. 323–346.

Castro, Antonio Barros de. “Ajustamento X Transformação. A economia brasileira de 1974 a 1984”. Em: Castro, Antonio Barros de e Francisco Eduardo Pires de Souza. A Economia brasileira em marcha forçada. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985, pp. 11–95.

Cruz, Paulo Davidoff. “Notas sobre o endividamento externo brasileiro nos anos setenta”. Em: Desenvolvimento capitalista no Brasil. Ensaios sobre a crise. Org. por Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo e Renata Coutinho. Vol. 2. São Paulo: Brasiliense, 1983, pp. 59–106.

Cruz, Paulo Davidoff. “O endividamento externo e as políticas governamentais”. Em: Dívida externa e política econômica. A experiência brasileira nos anos setenta. São Paulo: Brasiliense, 1984, pp. 28–92.

Ferraz, João Carlos, David Kupfer e Mariana Iooty. “Competitividad industrial en Brasil. 10 años después de la liberalización”. Revista de la CEPAL, v. 82 (abr. de 2004), pp. 91–119.

Fiori, José Luís. “Consenso de Washington”. Palestra proferida no Centro Cultural Banco do Brasil. 4 de set. de 1996.

Fiori, José Luís. “Os moedeiros falsos”. Em: Os moedeiros falsos. 4ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998, pp. 11–21.

Giambiagi, Fabio. “Estabilização, reformas e desequilíbrios macroeconômicos. Os anos FHC (1995–2002)”. Em: A Economia brasileira contemporânea (1945–2004). Org. por Fabio Giambiagi, André Villela, Lavínia Barros de Castro e Jennifer Hermann. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. Cap. 7, pp. 166–195.

Giambiagi, Fabio. “Rompendo com a ruptura. O governo Lula (2003–2010)”. Em: A Economia brasileira contemporânea (1945–2004). Org. por Fabio Giambiagi, André Villela, Lavínia Barros de Castro e Jennifer Hermann. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. Cap. 8, pp. 197–237.

Gremaud, Amaury Patrick, Marco Antonio Sandoval de Vasconcellos e Rudinei Toneto Jr. “Economia mundial após a Segunda Grande Guerra”. Em: Economia brasileira contemporânea. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. Cap. 19, pp. 517–535.

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). “A Década inclusiva (2001–2011). Desigualdade, pobreza e políticas de renda”. Comunicado do IPEA, n. 155. 25 de set. de 2012.

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). “A inserção do Brasil em um mundo fragmentado. Uma análise da estrutura de comércio exterior brasileiro”. Em: Inserção internacional brasileira. Temas de economia internacional. Vol. 2. Série Eixos Estratégicos do Desenvolvimento Brasileiro Livro 3. Brasília: Ipea, 2010. Cap. 9, pp. 369–395.

Krueger, Anne O. “Trade Policy and Economic Development. How We Learn”. The American Economic Review, v. 87, n. 1 (mar. de 1997), pp. 1–22.

Lopes, Francisco. “Inflação inercial, hiperinflação e desinflação. Notas e conjecturas”. Em: O Choque heterodoxo. Combate à inflação e reforma monetária. Rio de Janeiro: Campus, 1986. Cap. 18, pp. 121–143.

Macario, Santiago. “Proteccionismo e industrialización en América Latina”. Boletín Económico de América Latina, v. IX (1964), pp. 63–102.

Modiano, Eduardo Marco. “A ópera dos três Cruzados, 1985–1990”. Em: A Ordem do progresso. Dois séculos de política econômica no Brasil. Org. por Marcelo de Paiva Abreu. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. Cap. 14, pp. 281–312.

Oreiro, José Luis e Carmem A. Feijó. “Desindustrialização. Conceituação, causas, efeitos e o caso brasileiro”. Revista de Economia Política, v. 30, n. 2 (abr.–jun. de 2010), pp. 219–232.

Pastore, Affonso Celso e Maria Cristina Pinotti. “Inflação e estabilização. Algumas lições da experiência brasileira”. Revista Brasileira de Economia, v. 53, n. 1 (jan.–mar. de 1999), pp. 3–40.

Pinheiro, Armando Castelar. “Privatização no Brasil. Por quê? Até onde? Até quando?” Em: A Economia brasileira nos anos 1990. Org. por Fábio Giambiagi e Maurício Mesquita Moreira. Rio de Janeiro: BNDES, 1999, pp. 147–182.

Ramos, Lauro e Rosane Mendonça. “Pobreza e desigualdade de renda no Brasil”. Em: A Economia brasileira contemporânea (1945–2004). Org. por Fabio Giambiagi, André Villela, Lavínia Barros de Castro e Jennifer Hermann. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. Cap. 14, pp. 355–377.

Resende, André Lara. “A moeda indexada. Uma proposta para eliminar a inflação inercial”. Em: Inflação inercial, teorias sobre inflação e o Plano Cruzado. Org. por José Márcio Rego. 2ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. Cap. 6, pp. 149–158.

Ricupero, Rubens. “Inserção internacional brasileira”. Em: Desafios ao desenvolvimento brasileiro. Contribuições do conselho de orientação do Ipea. Org. por José Celso Cardoso Jr. Série Eixos Estratégicos do Desenvolvimento Brasileiro Livro 1. Brasília: Ipea, 2009. Cap. 1, pp. 15–47.

Saes, Flávio Azevedo Marques de e Alexandre Macchione Saes. História econômica geral. São Paulo: Saraiva, 2013.

Simonsen, Mário Henrique. “A inflação brasileira. Lições e perspectivas”. Revista de Economia Política, v. 5, n. 4 (out.–dez. de 1985), pp. 15–30.

Simonsen, Mário Henrique. “Aspectos técnicos do Plano Collor”. Em: Plano Collor. Avaliações e perspectivas. Org. por Clovis de Faro. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora, 1990, pp. 113–128.

Singer, André. “Avançando o New Deal brasileiro”. Em: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Traçando novos rumos. O Brasil em um mundo multipolar. Brasília: Ipea, 2011, pp. 39–42.

Tavares, Maria da Conceição e José Carlos de Assis. “A Reversão da magia. A administração do caos”. Em: O Grande salto para o caos. A economia e a política econômica do regime autoritário. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985. Cap. IV, pp. 69–88.

Werneck, Rogério L. F. “Alternância política, redistribuição e crescimento, 2003–2010”. Em: A Ordem do progresso. Dois séculos de política econômica no Brasil. Org. por Marcelo de Paiva Abreu. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. Cap. 17, pp. 357–381.

Werneck, Rogério L. F. “Consolidação da estabilização e reconstrução institucional, 1995–2002”. Em: A Ordem do progresso. Dois séculos de política econômica no Brasil. Org. por Marcelo de Paiva Abreu. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. Cap. 16, pp. 331–356.