Monthly Archives: December 2012

Eco Bras II – News feed

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Gustavo.

 

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Eco Bras I – News Feed

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Eco Bras II – Laboratório Brasil (documentário TV Câmara)

Um documentário interessante sobre a inflação brasileira nas décadas de 1980 e 1990.

(créditos devidos ao Prof. Wilson, que me indicou o documentário)

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=uITxOV26_O4

Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=qeVVxmIroYk

Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=Gjt4jnkhnlk

Parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=XF3YRXAQ-0o

Parte 5: http://www.youtube.com/watch?v=SuSC_qPZxmA

Parte 6: http://www.youtube.com/watch?v=A95_Dhsbp4g

O documentário Laboratório Brasil aborda um tema desconhecido pela nova geração de brasileiros: como é viver com inflação e a complicada série de tentativas de acabar com ela nas décadas de 80 e 90.

A produção da TV Câmara (2007), dirigida por Roberto Stefanelli, ouviu pessoas que tiveram papel de destaque no cenário da hiperinflação, que chegou a mais de 80% ao mês no final do governo de José Sarney, além de observadores privilegiados daquela situação. Gente como Bresser Pereira, Gustavo Franco, Fernando Henrique Cardoso, Antonio Pallocci, Carlos Alberto Sardenberg, Paulo Nogueira Baptista, Fernando de Holanda Barbosa, Bernard Appy, Vicentinho e Pedro Malan. O documentário mostra ainda cartuns de Chico Caruso e pronunciamentos feitos na época por José Sarney, Fernando Collor, Zélia Cardoso e Maílson da Nóbrega, entre outros.

Laboratório Brasil tem duração de 58 minutos e analisa os acontecimentos econômicos dos anos 1980, principalmente as medidas que resultaram na adoção de uma nova moeda, o cruzado, em 1986, quando o governo Sarney decretou também o congelamento de preços e salários. “Era o primeiro governo civil depois da longa ditadura militar. Os brasileiros imaginavam que iríamos festejar dias melhores. Como vemos hoje, havia uma longa e tortuosa estrada pela frente, com inflação galopante e moedas como cruzeiro, cruzado, cruzado novo, cruzeiro novo, cruzeiro (de novo), URV e Real”, afirma Steffanelli.

Neste período, lembra o jornalista e cineasta, o Brasil bateu todos os recordes de inflação em todo o mundo, superando até mesmo a Alemanha, que passou por duas guerras mundiais. O documentário mostra a situação dos brasileiros que eram obrigados a sair correndo para o supermercado momentos depois de receber o salário, numa luta contra a remarcação imediata dos preços.
Stefanelli aponta o caráter instrutivo da produção. “Se não conhecemos bem a nossa história, corremos o risco de repetir erros. Hoje, os governantes têm medo de estourar os gastos públicos e provocar a volta da inflação”, conclui. Roberto Stefanelli já dirigiu cinco documentários e ganhou, em 2004, o prêmio jornalístico Wladimir Herzog de Direitos Humanos, concedido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo, com o documentário Florestan Fernandes, o Mestre, que teve a direção de edição feita por Joelson Maia.

Eco Bras I – Programa da disciplina

ECO-030 – Economia Brasileira Contemporânea I

2o Semestre 2012

Prof. Gustavo Barros

_________________________________________

Programa

Os itens anotados com asterisco são considerados bibliografia mínima para o acompanhamento das aulas. Porém, toda a bibliografia listada é recomendada.

Parte I – Primeiro governo Vargas (1930-1945): Revolução e mudança no padrão de acumulação

  1. A Crise de 1929 e a Grande Depressão: políticas econômicas e consequências
  • Furtado (1991, caps. XXVI a XXVIII e XXX a XXXII, p. 151-67,177-203)*
  • Pelaez (1968)
  • Silber (1978)
  1. Os anos 1930: Revolução e centralização política
  • Diniz (1986)*
  • Oliveira (1984)*
  • Fausto (1997)
  1. O Estado Novo e a economia brasileira durante a Segunda Guerra Mundial
  • Furtado (1991, cap. XXXIII, p. 204-16)*
  • Abreu, “Crise, crescimento e modernização autoritária: 1930-1945”, em Abreu (1990, cap. 3, item 3, p. 90-104)*
  • Malan et al. (1977, cap.3, seções 3.2.1 e 3.3.1, p. 125-142, 155-164)
  1. Estado e indústria no primeiro governo Vargas
  • Fonseca (2003)*
  • Dean (1991, cap. 10, p. 194-220)*
  • Corsi (1999)

Parte II – A Quarta República (1945-1964): Desenvolvimentismo, nacionalismo, populismo

  1. Governo Dutra
  • Vianna, “Política econômica externa e industrialização”, em Abreu (1990, cap. 4, p. 105-22)*
  • Furtado (1991, caps. XXXIV a XXXVI, p. 217-42)*
  • Malan et al. (1977, cap.3, seções 3.2.2 e 3.3.2, p. 142-154, 164-177)
  1. Segundo governo Vargas
  • Vianna, “Duas tentativas de estabilização: 1951-1954”, em Abreu (1990, cap. 5, p. 123-50)*
  • Fonseca (2010)
  1. JK e o Plano de Metas
  • Orenstein e Sochaczewski, “Democracia com desenvolvimento: 1956-1961”, em Abreu (1990, cap. 7, p. 171-95)*
  • Lafer (2003)
  1. Nacional desenvolvimentismo, populismo
  • Bielschowsky (2000, cap. 5, itens 5.3 e 5.4, p. 103-62)*
  • Gomes (1996)*
  1. A crise do início dos anos 1960
  • Abreu, “Inflação, estagnação e ruptura”, em Abreu (1990, cap. 8, p. 197-212)*
  • Mesquita (1992, cap. 5, p. 237-66)

Parte III – Ditadura militar (1964-1980): Das reformas à crise

  1. As reformas do PAEG
  • Resende, “Estabilização e reforma: 1964-1967”, em Abreu (1990, cap. 9, p. 213-31)*
  • Simonsen (1974)
  1. O “milagre econômico”
  • Lago, “A Retomada do crescimento e as distorções do ‘milagre’: 1967-1973”, em Abreu (1990, cap. 10, itens 1-3, 6-8 p. 233-48; 272-94)*
  • Veloso et al. (2008)
  1. O II PND
  • Castro (1985, “Introdução”, itens 1 e 2, “O ganho de divisas decorrente dos grandes programas setoriais”, p. 11-47, 56-60)*
  • Carneiro, “Crise e esperança: 1974-1980”, em Abreu (1990, cap. 11, p. 295-322)
  1. Crescimento econômico, endividamento e crise
  • Cruz (1983)*
  • Fishlow (1981)

Parte IV – O processo de industrialização brasileiro

  1. Industrialização antes de 1930: Café e indústria
  • Saes (1989)*
  • Versiani e Versiani (1978)
  1. Industrialização por substituição de importações (ISI)
  • Tavares (1975)*
  • Prebisch (1949)
  • Fishlow (1972)
  1. Controvérsias sobre a ISI
  • Furtado (1968, cap. 3, p. 49-89)*
  • Tavares e Serra (1975)*
  • Furtado (1972)
  • Castro (1985, item 4, p. 73-82)

 

Avaliação

A avaliação constará de duas provas em sala de aula, cada uma com peso 2, e uma resenha, com peso 1. A primeira prova será referente à primeira metade do curso (partes I e II) e a outra à segunda (partes III e IV). A resenha é individual e deverá articular dois ou mais textos do programa à escolha do aluno (máximo de 4 páginas, fonte 12, espaçamento 1,5; entrega impressa e digital, formato .doc; com entrega até a data da segunda prova).

 

Bibliografia

Abreu, Marcelo de Paiva (org.). A Ordem do progresso: Cem anos de política econômica republicana, 1889-1989. Rio de Janeiro: Campus, 1990.

Bielschowsky, Ricardo. Pensamento econômico brasileiro: O Ciclo ideológico do desenvolvimentismo. 5. ed. Rio de Janeiro: Contraponto, 2000.

Castro, Antonio Barros de. Ajustamento X Transformação. A economia brasileira de 1974 a 1984. In: Castro, Antonio Barros de; Souza, Francisco Eduardo Pires de. A Economia brasileira em marcha forçada. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985. p. 11-95.

Corsi, Francisco L. O projeto de desenvolvimento de Vargas, a missão Osvaldo Aranha e os rumos da economia brasileira. História econômica e história de empresas, II.I, p. 35-68, 1999.

Cruz, Paulo Davidoff. Notas sobre o endividamento externo brasileiro nos anos setenta. In: Belluzzo, Luiz Gonzaga de Mello; Coutinho, Renata (Orgs.).Desenvolvimento capitalista no Brasil: Ensaios sobre a crise. v. 2, São Paulo: Brasiliense, 1983. p. 59-106.

Dean, Warren. A Industrialização de São Paulo (1880-1945). 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1991.

Diniz, Eli. O Estado Novo: Estrutura de poder e relações de classes. In: Fausto, Boris (dir.), História Geral da Civilização Brasileira, Tomo III – O Brasil republicano, 3o Volume – Sociedade e política (1930-1964). 3a ed. São Paulo: Difel, 1986.

Fausto, Boris. Introdução e Prefácio à edição de 1997. In:______. A Revolução de 1930: História e historiografia. 16a ed. rev. amp. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. p. 7-27.

Fishlow, Albert. Origens e consequências da substituição de importações no Brasil. Estudos Econômicos, v. 2, n. 6, p. 7-75, dez. 1972.

Fishlow, Albert. A dívida externa latino-americana: um caso de desenvolvimento com incerteza. Pesquisa e Planejamento Econômico, 11 (2), p. 283-322, ago 1981.

Fonseca, Pedro Cezar Dutra. Sobre a Intencionalidade da Política Industrializante do Brasil na Década de 1930. Revista de Economia Política, v. 23, n. 1 (89), p. 133-48, janeiro-março/2003.

Fonseca, Pedro Cezar Dutra. Nem ortodoxia nem populismo: o segundo governo Vargas e a economia brasileira. Tempo, 14 (28), p. 19-58, 2010.

Furtado, Celso. Formação econômica do Brasil. 24. ed. São Paulo: Editora Nacional, 1991.

Furtado, Celso. Subdesenvolvimento e estagnação na América Latina. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.

Furtado, Celso. Análise do “modelo” brasileiro. In: ______. Análise do “modelo” brasileiro. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972. p. 7-79.

Gomes, Angela M. C. O populismo e as ciências sociais no Brasil: notas sobre a trajetória de um conceito. Tempo, 1 (2), p. 31-58, 1996.

Lafer, Celso. O Planejamento no Brasil: Observações sobre o Plano de Metas (1956-1961). In: Mindlin, Betty (Org.). Planejamento no Brasil. 5. ed., São Paulo: Perspectiva, 2003. p. 29-50.

Malan, Pedro S.; Bonelli, Regis; Abreu, Marcelo de P.; Pereira, José Eduardo de C. Política econômica externa e industrialização no Brasil (1938/52). Rio de Janeiro: IPEA/INPES, 1977.

Mesquita, Mário Magalhães Carvalho. 1961-1964: A Política econômica sob Quadros e Goulart. Dissertação de mestrado, PUC-RJ, 1992.

Oliveira, Lucia Lippi de. A Revolução de 1930 e suas versões. In: Abreu; Alzira; Belloch, Israel (Orgs.). Dicionário histórico-biográfico brasileiro (1930-1983). v. 4, Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1984. p. 2944-47.

  • disponível em http://cpdoc.fgv.br/ → Acervo → Busca, na busca selecione “Verbete” e busque por “Revolução de 1930”, o texto de Lúcia Lippi de Oliveira faz parte do verbete (está ao final)

Peláez, Carlos Manoel. A Balança comercial, a Grande Depressão e a industrialização brasileira. Revista Brasileira de Economia, Ano XXII, n. 1, p. 15-47, março 1968.

Prebisch, Raúl. O Desenvolvimento econômico da América Latina e alguns dos seus principais problemas. Revista Brasileira de Economia, vol. 3, no 3, p. 47-100, 1949.

Saes, Flávio Azevedo Marques de. A Controvérsia sobre a industrialização na Primeira República. Estudos Avançados, vol. 3, no 7, p. 20-39, set/dez 1989.

Silber, Simão. Análise da política econômica e do comportamento da economia brasileira durante o período 1929/1939. In: Versiani, Flávio Rabelo; Barros, José Roberto Mendonça de. Formação Econômica do Brasil: A Experiência da industrialização. 1a ed. rev. São Paulo: Saraiva, 1978. p. 187-207.

Simonsen, Mario Henrique. A Imaginação reformista. In: Simonsen, Mario Henrique; Campos, Roberto de Oliveira. A Nova economia brasileira. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1974. cap. VI, p. 119-50.

Tavares, Maria da Conceição. Auge e declínio do processo de substituição de importações no Brasil. In: ______. Da Substituição de importações ao capitalismo financeiro: Ensaios sobre economia brasileira. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1975. p. 27-124.

Tavares, Maria da Conceição; Serra, José. Além da estagnação. In: Tavares, Maria da Conceição, Da Substituição de importações ao capitalismo financeiro: Ensaios sobre economia brasileira. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1975. p. 153-207.

Veloso, Fernando A.; Villela, André; Giambiagi, Fábio. Determinantes do “milagre” econômico brasileiro (1968-1973): Uma análise empírica. Revista Brasileira de Economia, v. 62, n. 2, p. 221-246, Abr-Jun 2008.

Versiani, Flávio Rabelo; Versiani, Maria Teresa. A industrialização brasileira antes de 1930: uma contribuição. In: Versiani, Flávio R.; Barros, José Roberto Mendonça de (Orgs.). Formação econômica do Brasil: A experiência da industrialização. 1. ed. rev. São Paulo: Saraiva, 1978. p. 121-42.